
| 

Casos de Sucesso com Soluções Integradas de Gestão - Dezembro de 2009

Casos de Sucesso na Gestão de Relacionamnto com Clientes com SI/TI - Outubro de 2009

Casos de Sucesso na Modernização da Administração Pública com SI/TI - Junho de 2009

Casos de Sucesso na Modernização da Saúde com SI/TI - Março de 2009

Fevereiro de 2009

Factores críticos de sucesso em projectos de SI/TI - Dezembro de 2008

Casos de Sucesso em Business Solutions - Outubro de 2008

Casos de Sucesso em Soluções de Mobilidade - Julho 2008

Casos de Sucesso na Modernização da Administração Pública com SI/TI - Maio de 2008

Casos de Sucesso na Modernização da Saúde com SI/TI - Dezembro de 2007 | 
| 

 | 
Preço médio dos notebooks estabilizou em 2009
Análise de Mercado por Casimiro Santos |

| 
|
A queda no preço médio dos notebooks foi de 0,5% em 2009, com algumas flutuações ao longo do ano. O final de 2008 foi assinalado por uma grande descida no preço médio dos notebooks, com uma quebra de 25,6% nesse ano, devido sobretudo à chegada dos netbooks. No último trimestre de 2008 o preço médio foi de 788 euros e um ano depois o preço caiu para 784 euros. No entanto registaram-se flutuações ao longo de 2009 que têm a ver com a oferta trimestral das diversas marcas. Depois desse mínimo de 788 euros registado em Dezembro de 2008, o preço médio dos notebooks aumentou nos três primeiros trimestres de 2009, tendo vindo a cair de novo no final do ano.
Os valores obtidos não são os preços de venda ao cliente final mas os praticados na grande distribuição, numa perspectiva que abrange o mercado profissional e do consumo, para a venda aos revendedores, com pagamento a 30 dias e sem incluir IVA. Esta metodologia é utilizada pela INSAT, sempre recorrendo aos preços nos distribuidores, desde 2000. Para este estudo foram considerados todos os modelos de marcas internacionais de notebooks que foram constando, ao longo dos últimos anos, das listas dos notebooks mais vendidos em Portugal, nomeadamente Acer, Apple, Asus, Hewlett-Packard, Lenovo, Packard Bell, Sony e Toshiba.
A chegada dos netbooks veio colocar o preço médio num patamar nunca antes atingido. Um ano depois, além dos netbooks, há no mercado um conjunto de equipamentos de preço baixo com características muito interessantes e que se adaptam às exigências de qualquer utilizador. Assim além dos preços terem baixado a oferta é bem mais interessante. No último trimestre o preço médio baixou 7,1%. Era 844 euros em Setembro de 2009 e baixou para 784 em Dezembro. No entanto registaram-se valores muito díspares para as diversas marcas, conforme o posicionamento das mesmas no mercado e a oferta para o final do ano.
A Acer e a Toshiba registaram aumentos nos respectivos preços médios. O preço médio da Acer aumentou 6,8%, para 676 euros e o da Toshiba aumentou 10,3% para 917 euros, face aos valores de Setembro. Já a HP tinha um preço médio de 690 euros em Dezembro, menos 3,9% que em Setembro. A marca Packard Bell continuou a ter o preço médio mais baixo, com 478 euros, com uma descida de 15,7% face a Setembro. A Apple manteve a média de preços mais elevada, com 1.332 euros, mas registou uma quebra de 1%, face aos 1.346 euros registados em Setembro. A Asus registou uma quebra de 18,2%, para 592 euros. A Sony registou uma quebra de 9,3%, para 939 euros, face aos 1.035 euros de Setembro. A Lenovo apresentou uma quebra de 8,3%, para 1.049 euros.

 | 
Mercado nacional de produtos de TI fechou 2009 a ganhar mais de 8% mas...
Análise de Mercado por Aristides Meneses |

| 
|
Em queda homóloga desde Setembro, o Mercado Nacional de Produtos de Tecnologias de Informação, medido pelo Barómetro INSAT registou uma quebra inédita superior a 28% em Dezembro, a pior taxa de evolução desde 1995, quando o Barómetro INSAT começou a ser calculado. Mesmo assim a taxa acumulada anual foi positiva em mais de 8% para um volume de negócios agregado anual da ordem dos 1.067 milhões de euros. Foi o primeiro ano em que o Barómetro INSAT regista valores anuais superiores a mil milhões. Estes números são largamente devidos a algum dinamismo no mercado de consumo pelo menos quando comparado com o mercado empresarial e de forma muito acentuada com os efeitos dos programas governamentais de apoio à aquisição de PCs.
Segundo alguns operadores não se espera muito optimismo para os primeiros meses de 2010, na sequência da forte quebra registada em Dezembro. Pelo menos no segmento de produtos, a diminuição das vendas no final de 2009 provocou um incremento das mercadorias em armazém nos canais de revenda.
Embora ainda seja cedo para avaliar o mercado de serviços, sabe-se já que também este recuou face ao ano anterior, com o final do ano a não mostrar o dinamismo habitual.
O Barómetro INSAT de produtos e equipamentos é calculado desde 1995 com base nos volumes de negócios mensais dos maiores distribuidores de material de sistemas e tecnologias de informação a operar em Portugal. Em 2008 os operadores considerados registaram um volume agregado de quase mil milhões de euros, passando por eles quase a totalidade dos equipamentos e produtos transaccionados no país.

 | 
Mercado de produtos de tecnologias de informação cresceu 19% no primeiro semestre de 2009
Análise de Mercado por Aristides Meneses |

| 
|
Durante o primeiro semestre de 2009 o mercado de produtos de tecnologias de informação registou um volume de negócios agregado de cerca de 530 milhões de euros. Este volume representa um crescimento de quase 19% face aos dados registados no primeiro semestre do ano passado.
Apesar do mercado está a ser fortemente influenciado pelo projecto Magalhães, que gera também exportações, as estimativas da INSAT indiciam que a procura mais geral também está a crescer, embora de forma mais modesta. Em termos mensais o volume de negócios agregado tem-se situado sempre acima dos cem milhões de euros e apenas em Janeiro o sector registou uma descida, mas modesta e inferior a 2%.
Segundo o diversos operadores, é o segmento de consumo que está a dinamizar o mercado, também ajudado por alguns grandes projectos e aquisições por parte de grandes empresas e organizações. Aparentemente o segmento das pequenas e médias empresas está muito menos dinâmico, devendo estar a registar-se quedas da ordem dos dois dígitos.
O segmento de software e serviços, quase exclusivamente um segmento de foco empresarial, está a sofrer mais, com indícios de quebra mais ou menos generalizada, especialmente no que se refere a novos projectos.
O Barómetro INSAT de produtos e equipamentos é calculado desde há catorze anos com base nos volumes de negócios mensais dos maiores distribuidores de material de sistemas e tecnologias de informação a operar em Portugal. Em 2008 os operadores considerados registaram um volume agregado de quase mil milhões de euros, passando por eles quase a totalidade dos equipamentos e produtos transaccionados no país.

 | 
Mercado nacional de TI cresceu 12,6% no primeiro trimestre de 2009
Análise de Mercado por Aristides Meneses |

| 
|
O Barómetro INSAT de negócio de produtos no mercado nacional de Tecnologias de Informação continuou, em Março, a mostrar uma forte taxa de crescimento face ao mesmo mês do ano passado. Com um crescimento de 21,15% face ao mês homólogo em 2008, o mercado cresceu quase tanto como os 21,8% registados em Fevereiro. Desta forma, e apesar do registo muito inferior de Janeiro, que representou uma quebra de 1,73%, o trimestre atingiu vendas agregadas de quase 270 milhões de euros, comparáveis com os 239 milhões registados no primeiro trimestre de 2008. O crescimento foi assim da ordem dos 12,6%, uma taxa muito positiva neste ambiente de “crise mundial”.
É muito relevante notar que os números deste primeiro trimestre, quando comparados com os do ano passado, estão fortemente influenciados pelas vendas dos computadores portáteis dos programas governamentais, quer os profissionais quer os mais infantis. Apesar desta ressalva, há que assinalar que os dados de negócio de Março mostram uma subida mais generalizada do negócio dos diversos operadores, o que indicia uma recuperação do mercado de consumo e pequenas empresas como um todo e não já apenas o impacto dos referidos programas. Estes indícios mais optimistas podem ser explicados pela contínua baixa dos preços aliada à melhoria do poder de compra dos consumidores potenciada pela forte baixa dos juros, assim como ao acumular da procura que foi adiada dos meses anteriores.
O Barómetro INSAT de produtos e equipamentos é calculado desde há catorze anos com base nos volumes de negócios mensais dos maiores distribuidores de material de sistemas e tecnologias de informação a operar em Portugal. Em 2008 os operadores considerados registaram um volume agregado de quase mil milhões de euros, passando por eles quase a totalidade dos equipamentos e produtos transaccionados no país.

 | 
Preço médio dos notebooks baixou 25,6% em 2008
Análise de Mercado por Casimiro Santos |

| 
|
Depois de ter abrandado durante os últimos três anos, a quebra no preço médio dos notebooks apresentou, de novo, uma taxa de dois dígitos. Entre Dezembro de 2007 e Dezembro de 2008 passou de 1.059 euros para 788 euros. Além da quebra normal, esta descida de 25,6% fica a dever-se, em parte, à chegada dos mini-notebooks das marcas Acer, Asus, HP e Toshiba. No entanto a percentagem deste novo tipo de equipamento é inferior a 10% do total mas veio contribuir para a maior quebra anual no preço médio dos notebooks.
Analisando o histórico da evolução do preço médio dos notebooks podemos verificar que há dois anos a quebra tinha sido de 8,0% e que o preço médio dos notebooks no mercado nacional baixou 6,9%, entre Dezembro de 2006 e Dezembro de 2007, passando de 1.138 euros para 1.059 euros. Há três anos, entre Dezembro de 2004 e Dezembro de 2005, a quebra tinha sido de 8,2%. No primeiro semestre de 2008, a quebra do preço médio foi de 10,1%. Já no segundo semestre a quebra no preço médio foi 17,2%, pois em Junho de 2008 o preço médio era de 952 euros.
Os preços desta análise não são preços de venda ao público mas os preços praticados na distribuição, para a venda aos revendedores, com pagamento a 30 dias e não incluem IVA. Foram considerados todos os modelos de cinco marcas internacionais de notebooks que foram constando, ao longo dos últimos anos, das listas dos notebooks mais vendidos em Portugal, nomeadamente Acer, Asus, Hewlett-Packard, Lenovo e Toshiba. Para comparação tivemos em conta o preço médio da Apple e da Sony.
A Acer apresentou a média mais baixa na sua oferta de notebooks, com 620 euros, menos 39,2% que a média de Dezembro de 2007. A Toshiba registou uma quebra de 29,9%, nos últimos 12 meses, para 940 euros, em comparação com os 1.340 euros de Dezembro de 2007. Entre as sete marcas que fizeram parte deste estudo, a Apple apresentou a média mais elevada com 1.419 euros, seguida da Sony com 1.129 euros. A Hewlett-Packard apresentou a segunda média mais baixa nos preços da sua oferta de notebooks, com um valor a rondar os 713 euros. A sua redução foi de 12,0%, com o valor médio a ser de 810 euros, em Dezembro de 2007.
Até há mais de sete anos os preços dos notebooks não baixavam de forma significativa. Desde então a quebra tem sido quase constante, primeiro após a chegada em força das marcas nacionais de notebooks, depois de uma maior concorrência neste segmento de mercado e mais recentemente com o aparecimento dos mini-notebooks. Entretanto as marcas portuguesas passaram a ter pouco significado, depois de registarem quebras nas vendas. A excepção actual é a Tsunami da JP Sá Couto.
Em termos históricos, o período em que a quebra nos preços foi mais acentuada registou-se no segundo semestre de 2002 quando o preço médio dos notebooks, no mercado nacional, baixou 15,6% passando de 1.997 euros, em Junho de 2002, para 1.686 euros no final desse ano. Já em Junho de 2003 o preço médio foi de 1.627 euros tendo registado outra descida, no final do ano, para 1.526 euros. Em 2003 o preço médio dos notebooks registou uma quebra de 9,5%, passando de 1.686 euros, em Dezembro de 2002, para 1.526 euros em Dezembro de 2003. E em 2004 a quebra foi de 11,7%, com o preço médio a situar-se nos 1.348 euros em Dezembro de 2004.
A queda nos preços destes equipamentos no segundo ano da análise, entre Dezembro de 2001 e Dezembro de 2002, foi a segunda maior de sempre, com uma quebra no preço médio dos notebooks de 22,4%. Passou de 2.172 euros para 1.686 euros. No primeiro ano, em 2001, o preço médio dos notebooks baixou 14,3%.
Continua a haver uma grande diferença nos preços médios das cinco marcas consideradas, para a análise, com a Lenovo a apresentar-se actualmente como a marca com o preço médio mais elevado e a Acer a registar o preço médio mais baixo.
________________________________________
Análises e Comentários patrocinados pela
 | 
| 
Análises e Comentários patrocinados pela
e pela

_______________________________________
Análises e Comentários
>> White-paper Posicionamento Estratégico
________________________________________ | 
|